sábado, 12 de dezembro de 2009

Algas

As algas marinhas ajudam a restabelecer as reservas de ferro e são ótimas fontes dos principais minerais. São vários os tipos de algas: ágar-ágar, arame, bodelha, clorela, dulse, hiziki, irish moss, kombu, nori, spirulina, e wakame.As algas marinhas fazem parte da alimentação de muitos povos, como os chineses e os japoneses. Entre os ocidentais, são consumidas principalmente pelos vegetarianos e macrobióticos.
As algas são uma excelente fonte de iodo, mineral essencial ao correcto funcionamento da tiróide. Outros minerais que normalmente se encontram nas algas são o ferro, o potássio, o cálcio, o cobre, o magnésio e o zinco.
A maioria das algas contém ainda betacaroteno (provitamina A) e algumas das vitaminas do complexo B. A maioria dos tipos de algas apresentam um elevado conteúdo proteíco, sendo ricas nos aminoácidos essenciais.
São os únicos alimentos de origem vegetal que contêm vitamina B12. No entanto, a vitamina B12 existente nas algas encontra-se numa forma biologicamente inactiva, isto é, o organismo não consegue utilizá-la convenientemente. Deste modo, as algas não são uma fonte credível de vitamina B12.
O consumo regular de algas pode ajudar a combater a anemia, uma vez que ajudam a manter e restabelecer as reservas de ferro.
As algas aumentam o volume das refeições, sendo contudo pobres em gordura e calorias. Tem uma composição gelatinosa e um elevado teor de fibras.
Como são muito ricas em carotenos, podem ter um efeito protector contra a mutação de certas células cancerígenas.
Além dos benefícios nutricionais e terapêuticos, de alguns tipos de algas são também extraídas substâncias utilizadas na indústria alimentar e de cosmética. Por exemplo, em alguns produtos alimentares utiliza-se o agar-agar (E-406), o carragenano (E-407) e os alginatos (E-400), substâncias que funcionam como aditivos naturais com, respectivamente, as funções de gelificantes, espessantes e estabilizantes.
Por outro lado, na cosmética as algas são muito usadas em produtos para ajudar a rejuvenescer a pele, prevenir problemas circulatórios e reumáticos e a combater a celulite.

Algumas zonas dos mares estão poluídas com metais pesados. Por isso, há toda a conveniência em adquir as algas em lojas de produtos naturais que assegurem que os produtos provêm de regiões não poluídas.
As algas compradas secas e embaladas, conservam-se quase indefinidamente enquanto fechadas; uma vez abertas as embalagens, conservam-se cerca de 4 meses num recipiente fechado.

Tipos de algas:
AGAR-AGAR - usada principalmente para engrossar os alimentos. É vendida em fios ou em flocos e não tem sabor, pelo que misturada com frutas é geralmente utilizada como gelatina (substitui as gelatinas de origem animal).
Devem demolhar-se poucos minutos e cozinhar-se até que a alga se dissolva; depois deve deixar-se solidificar até se obter uma excelente gelatina.
É um óptimo alimento em casos de obstipação e de excesso de peso.

ARAMÉ - alga escura, muito fina e de sabor suave que se cozinha com os vegetais. Pode ser cozinhada em vapor, salteada ou comida como salada. Rica em cálcio, ferro, iodo e outros minerais. Deve demolhar-se cerca de 15 minutos e cozinhar durante mais ou menos meia hora. O seu sabor suave mistura-se bem com outros sabores pelo constitui um bom começo para a apreciação de vegetais marinhos.
Auxilia na digestão e é excelente para problemas nos órgãos reprodutores femininos (especialmente) e masculinos.

BODELHA - também conhecida por sargaço, é uma alga castanha, rica em iodo que pode ser útil no tratamento do hipotiroidismo. Absorve ainda o suco gástrico e diminui a acidez. É uma alga fresca que pode ser usada em decocção ou infusão.

CLORELA - é uma microalga verde, de água doce, cujo nome se deve à riqueza em clorofila. Rica em nutrientes e ácidos nucleicos (DNA e RNA), apresenta propriedades desintoxicantes e estimulantes do sistema imunitário, sobretudo ao nível da actividade anti-viral. A clorela contribui ainda para controlar o colesterol, para além de ser também uma boa fonte de proteínas. É útil no crescimento das crianças, sobretudo quando há necessidade de enriquecimento nutricional e na nutrição de grávidas e durante a amamentação.

DULSE - alga vermelha (púrpura), macia, com sabor característico, usada em sopas e condimentos. Rica em minerais como o ferro, potássio, magnésio, iodo e fósforo.

HIZIKI - alga escura e comprida com textura semelhante à aramé, mas mais espessa e com um sabor a mar muito mais forte. Tem uma quantidade enorme de cálcio e também de potássio e ferro. Deve colocar-se de molho cerca de 10 minutos antes de usar, pois aumenta cinco vezes de volume quando hidratada.
O seu consumo proporciona brilho e elasticidade aos cabelos e às unhas.

IRISH MOSS - também chamada de musgo da Irlanda, é utilizada na indústria alimentar como fonte de carraginas gelatinosas para solidificar os alimentos. Apresenta uma cor entre o roxo-avermelhado e o verde-avermelhado.

KOMBU - de cor escura é mais larga e mais espessa que as outras algas. É usada para cozinhar com feijões (torna as leguminosas mais macias e digeríveis) ou com vegetais, realçando o seu sabor e ajudando na digestão das fibras. É também excelente para fazer caldos de legumes e sopas. Deve demolhar-se e demora cerca de 30 minutos a cozinhar. É bastante rica em cálcio e contém ácido glutámico, que amolece os legumes e realça o seu sabor.
Evita a formação de gases intestinais, fortalece e limpa os intestinos, aumenta a vitalidade sexual e estimula o sistema linfático. É importante no tratamento de doenças como a gota, a artrite, o reumático, a anemia, o hipotiroidismo, a digestão difícil, as colites e as dificuldades circulatórias e respiratórias.

NORI - de cor entre o verde vivo e o roxo e de folhas finas. As suas tiras secas são utilizadas como invólucro do famoso prato japonês, o sushi. Prepara-se tostando-a rapidamente na chama do fogão. Pode comer-se directamente ou parti-la em pedaços e salpicar sobre a sopa, vegetais ou feijões. É particularmente rica em ferro, potássio, iodo e proteínas. Contem também vitamina A, cálcio, ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Elimina toxinas, favorece a digestão e activa a circulação sanguínea.


SPIRULINA - é uma microalga azul-esverdeada, que apresenta cerca de 70% de proteínas contendo 8 aminoácidos essenciais. É 58 vezes mais rica em ferro que o espinafre, e oferece ainda vitaminas do complexo B. É por isso um bom complemento alimentar para vegetarianos e desportistas. A sua riqueza em clorofila faz com que seja usada em preparados para eliminar o mau hálito. Ajuda a combater o cansaço tanto físico como intelectual e reforça o sistema imunitário.


WAKAME - de folhas verdes escuras e encaracoladas tem um sabor suave e adocicado. É principalmente usada na confecção de sopas (sopa de misso) ou em conjunto com os vegetais. Rica em iodo, proteínas, cálcio, ferro e magnésio.
Deve demolhar-se durante cerca de 20 minutos. Pode ser fervida em lume brando durante 10 a 15 minutos, ou cortada em bocadinhos para ser servida como salada. O seu veio central é rijo e deve ser retirado depois de amolecido em água fria, pois não amolece nem mesmo com a cozedura.
Neutraliza as toxinas do sangue e estimula as secreções enzimáticas. Auxilia em problemas pulmonares como por exemplo a asma ou a bronquite.

Referências:
http://www.graointegral.com.br/culinaria.japonesa.html
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=80 (sobre spirulina)

Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/Article-20-Algas.html

sábado, 3 de outubro de 2009

Supervacinação

Por que os pets precisam tomar (muitas vezes 15!) vacinas anualmente, se nós humanos não precisamos tomar as nossas todos os anos?”

“Por que preciso vacinar meu gato contra a raiva anualmente, se ele nunca sai do apartamento?”
“Por que meu pet piora de suas crises - alérgicas, gastrointestinais, epilépticas, etc - horas, dias ou semanas depois que toma suas vacinas?”

“É verdade que nos Estados Unidos muitos veterinários estão aplicando vacinas a cada três anos, e não anualmente, nos cães e gatos?”

Abordar essas questões é abordar o tópico da supervacinação - vacinação excessiva - de cães e gatos. Qualquer pessoa que se interesse por Homeopatia ou Medicina Holística já deve ter ouvido falar nesse assunto. Diversos médicos-veterinários como o norte-americano Richard Pitcairn, PhD em Imunologia, dedicam capítulos à supervacinação em suas obras recentes. Nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Oceania, a supervacinação é discutida há mais de uma década. Quer ver? Digite os termos-chave “overvaccination” e “vaccinosis“, acompanhados por “pets” no Google e veja quantos resultados aparecem. No Brasil, infelizmente, as novidades demoram um pouquinho mais a chegar.

Mas estão chegando. Não tenha dúvida.
Leia abaixo um artigo científico escrito pela médica-veterinária norte-americana Jean Dodds, que há décadas pesquisa sobre o assunto da supervacinação

Reações vacinais adversasClique aqui para ler o artigo original, em inglês.Autora: W. Jean Dodds, DVMHemopet/Hemolife2008
As doenças virais e vacinações recentes com vacinas monovalentes ou múltiplas com vírus vivos modificados, principalmente as que contêm o vírus da cinomose, adenovírus 1 e 2, e parvovírus têm sido cada vez mais reconhecidas como fatores que contribuem para o desenvolvimento de doenças sanguíneas imune-mediadas, insuficiência da medula óssea e disfunção de órgãos (1-11).

Vacinas com vírus mortos e com adjuvantes potentes (substâncias químicas que irritam o sistema imune para provocar uma resposta melhor) como as anti-rábicas também podem desencadear reações vacinais adversas (vacinoses) imediatas ou tardias (7-10). Predisposição genética a essas desordens em humanos tem sido associada ao antígeno leucocitário D - relacionado como sendo o locus gênico do complexo de histocompatibilidade principal, e é provável que existam associações paralelas com os animais domésticos (5, 7).

Além das reações de hipersensibilidade imediatas, outros eventos agudos tendem a ocorrer de 24 a 72 horas após, ou em 7-45 dias depois em uma resposta imunológica do tipo tardia (1-4, 6-10). Outros efeitos adversos tardios incluem: mortalidade por vacinas de sarampo de altas concentrações em crianças, anticorpos de cinomose nas doenças articulares dos cães, e o aparecimento de fibrossarcomas (tipo de câncer maligno) em felinos e caninos no local de aplicação da vacina (5, 7).
A carga antigênica cada vez maior que é apresentada ao hospedeiro por vacinas com vírus vivos modificados durante o período de viremia (quando o vírus cai na circulação sanguínea) é presumidamente responsável pelo desafio imunológico que pode resultar em uma reação de hipersensibilidade tardia (2, 3, 6, 7).

Os sinais clínicos associados com reações vacinais tipicamente incluem: febre, rigidez, articulações doloridas, sensibilidade abdominal, susceptibilidade a infecções, desordens neurológicas e encefalites, hemácias auto-aglutinadas e icterícia (anemia hemolítica auto-imune - AHAI), ou petéquias generalizadas e hemorragias equimóticas (trombocitopenia imune-mediada - TIM) (1, 2, 4, 7, 8, 12, 13). As enzimas hepáticas podem ficar muito elevadas, e insuficiência hepática ou renal podem ocorrer por si só ou acompanhadas de supressão da medula óssea.
Além disso, vacinação com vírus vivos modificados tem sido associada com o desenvolvimento de convulsões transientes em cães filhotes e adultos de raças ou mestiços de raças susceptíveis a doenças imune-mediadas, especialmente aquelas que envolvem tecidos endócrinos ou hematológicos (AHIM, tireoidite auto-imune potencial, púrpura trombocitopênica idiopática, etc) (1, 7, 10). A polineuropatia pós-vacinal é uma enfermidade reconhecida, ocasionalmente associada ao uso das vacinas contra cinomose, parvovirose, raiva, e presumidamente, outras vacinas (2, 3, 7).

Isso pode resultar em vários sinais clínicos, incluindo atrofia muscular, inibição ou interrupção do controle neuronal de tecidos e da função de órgãos, excitação muscular, descoordenação e fraqueza, bem como convulsões (7). Certas raças ou famílias de cães parecem ser mais susceptíveis a reações vacinais adversas, particularmente as convulsões pós-vacinais, febres altas, e episódios dolorosos de osteodistrofia hipertrófica (ODH) (7,9). Portanto, temos a responsabilidade de orientar os criadores de animais de companhia e proprietários do risco que os irmãos de ninhada geneticamente predispostos e animais aparentados têm de apresentar reações vacinais adversas similares (1,4,6,9,14,17). Animais de raças populares (ou raras) que sejam fruto de acasalamentos consangüíneos ou dentro da mesma linhagem (linebreeding), em geral podem apresentar risco aumentado, conforme ilustrado nos exemplos abaixo.

Vacinas comerciais podem, em raras ocasiões, estar contaminadas com outros agentes virais adventícios (3, 15), que podem produzir significativos efeitos prejudiciais, conforme ocorreu quando uma vacina comercial contra a parvovirose canina estava contaminada com o vírus da língua azul. A vacina provocou aborto e morte quando aplicada a cadelas gestantes (15), o que foi associado causalmente à prática contra-indicada, mas muito freqüente, de vacinar animais prenhes. O risco de efeitos colaterais como a promoção de estados de doenças crônicas nos cães machos e em fêmeas não-gestantes recebendo esse monte de vacinas continua indeterminado, embora tenha havido relatos casuais de redução de vigor físico e disfunção renal em cães de trenó (17).

Recentemente, um fabricante de vacinas teve de reconvocar (recall) todos os seus produtos biológicos que continham um componente de cinomose, porque tais vacinas estavam associadas a uma taxa maior do que o esperado de reações pós-vacinais do sistema nervoso central de 1 a 2 semanas após a administração (17).
Foi comprovado recentemente que a vacinação de cães de estimação e de pesquisa com vacinas polivalentes contendo o vírus da raiva, ou somente com a vacina da raiva induziu a produção de auto-anticorpos anti-tireoglobulínicos, um achado importante que pode estar implicado no desenvolvimento subseqüente do hipotireoidismo (10).

Em relação à supervacinação, surgem outras questões que precisam ser consideradas, apesar da solicitação bem-intencionada dos clientes para que os reforços vacinais anuais sejam feitos de modo que os pets assim recebam um exame de check-up geral (6). A aplicação de reforços vacinais anuais quando eles não são necessários implica no cliente pagar por um serviço que provavelmente trará pouco benefício ao nível de proteção já existente no animal contra essas doenças infecciosas. Também aumenta o risco de reações adversas em função da exposição repetida a substâncias exógenas.

Vacinas polivalentes com vírus vivos modificados que se multiplicam no hospedeiro provocam um desafio antigênico mais forte para o animal e devem montar uma resposta imune mais efetiva e sustentada (2, 3, 6). Entretanto, isso pode suprimir um animal imunocomprometido ou mesmo um hospedeiro saudável continuamente exposto a outros estímulos ambientais, assim como a predisposição genética pode promover resposta adversa a um desafio viral (1, 27, 14, 16, 17). O filhote de gato ou cão recentemente desmamado que parte para um novo ambiente pode particularmente sofrer mais riscos. Além disso, enquanto a freqüência de vacinações é geralmente espaçada por duas a três semanas, alguns veterinários têm defendido a vacinação semanal em situações de estresse, uma prática que faz pouco sentido cientificamente ou medicamente (6).

Uma resposta imune aumentada após a vacinação é observada em cães com alergia inalatória (atopia) pré-existente a polens. (7). Além disso os crescentes problemas atuais de alergias e doenças imunológicas têm sido associados à introdução de vacinas vivas modificadas há mais de 20 anos (3). Embora outros fatores ambientais sem dúvida contribuam, a introdução desses antígenos vacinais e sua eliminação no ambiente pelos animais vacinados podem fornecer o insulto final que excede o limiar de tolerância imunológica de alguns indivíduos da população de pets. A evidência acumulada indica que os protocolos vacinais não devem mais ser considerados um programa adequado para todos os indivíduos (9).
Para esses casos especiais, alternativas apropriadas às práticas vacinais correntes incluem: realizar testes sorológicos para detectar número de anticorpos existentes, evitar vacinas desnecessárias e supervacinação; ter cuidado ao vacinar indivíduos doentes ou febris, e elaborar um protocolo vacinal mínimo específico e sob medida para cães de raças ou linhagens que conhecidamente apresentam um risco aumentado de reações adversas (6, 7, 18, 21).
Outras considerações incluem: iniciar mais tarde a série de vacinas (de filhote), por exemplo, aos 63 ou 70 dias de vida, quando o sistema imune está mais apto a lidar com o desafio antigênico; alertar o proprietário a prestar particular atenção ao comportamento e saúde do filhote após o segundo reforço vacinal e reforços subseqüentes, e evitar re-vacinação de indivíduos que já tiveram reação adversa significativa. Irmãos de ninhada de filhotes afetados (por reações vacinais) devem ser monitorados de perto após receberem vacinas adicionais na série de filhotes, pois eles também correm mais riscos.

Referências bibliográficas
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2. Phillips TR, Jensen JL, Rubino MJ, Yang WC, Schultz RD. Effects on vaccines on the canine immune system. Can J Vet Res 1989; 53: 154-160.
3. Tizard I. Risks associated with use of live vaccines. J Am Vet Med Assoc 1990; 196:1851-1858.
4. Duval D, Giger U. Vaccine-associated immune-mediated hemolytic anemia in the dog. J Vet Int Med 1996;10: 290-295.
5. Cohen AD, Shoenfeld Y. Vaccine-induced autoimmunity. J Autoimmunity 1996; 9: 699-703.
6. Schultz R. Current and future canine and feline vaccination programs. Vet Med 1998; 93:233-254.
7. Dodds WJ. More bumps on the vaccine road. Adv Vet Med 1999; 41: 715-732.
8. HogenEsch H, Azcona-Olivera J, Scott-Moncrieff C, Snyder PW, Glickman LT. Vaccine-induced autoimmunity in the dog. Adv Vet Med 1999; 41:733-744.
9. Dodds WJ. Vaccination protocols for dogs predisposed to vaccine reactions. J Am An Hosp Assoc 2001; 38: 1-4.
10. Scott-Moncrieff JC, Azcona-Olivera J, Glickman NW, Glickman LT, HogenEsch H. Evaluation of antithyroglobulin antibodies after routine vaccination in pet and research dogs. J Am Vet Med Assoc
2002; 221: 515-521.
11. Paul MA (chair) et al. Report of the AAHA Canine Vaccine Task Force: 2003 canine vaccine guidelines, recommendations, and supporting literature. AAHA, April 2003, 28 pp.
12. May C, Hammill J, Bennett, D. Chinese shar pei fever syndrome: A preliminary report. Vet Rec 1992;131: 586-587.
13. Scott-Moncrieff JC, Snyder PW, Glickman LT, Davis EL, Felsburg PJ. Systemic necrotizing vasculitis in nine young beagles. J Am Vet Med Assoc 1992; 201: 1553-1558.
14. Dodds WJ. Estimating disease prevalence with health surveys and genetic screening. Adv Vet Sci Comp Med 1995; 39: 29-96.
15. Wilbur LA, Evermann JF, Levings RL, Stoll LR, Starling DE, Spillers CA, Gustafson GA, McKeirnan
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16. Day MJ, Penhale WJ. Immune-mediated disease in the old English sheepdog. Res Vet Sci 1992; 53:87-92.
17. Dougherty SA, Center SA. Juvenile onset polyarthritis in Akitas. J Am Vet Med Assoc 1991; 198: 849-855.
18. Twark L, Dodds WJ. Clinical use of serum parvovirus and distemper virus antibody titers for determining revaccination strategies in healthy dogs. J Am Vet Med Assoc 2000; 217:1021-1024.
19. Flemming DD, Scott JF. The informed consent doctrine: what veterinarians should tell their clients. OJ Am Vet Med Assoc 224: 1436-1439, 2004.
20. Klingborg DJ, Hustead DR, Curry-Galvin E, et al. AVMA Council on Biologic and Therapeutic Agents’ report on cat and dog vaccines. J Am Vet Med Assoc 221: 1401-1407, 2002.
21. Schultz RD, Ford RB, Olsen J, Scott F. Titer testing and vaccination: a new look at traditional practices. Vet Med, 97: 1-13, 2002 (insert).

Apresentação.

Olá amigos !!!

Tenho visto em minhas andanças que muitas coisas que nos acostumamos e achamos que eram certas, estão sendo desmistificadas e decidi fazer esse blog para colocar estes assustos, para podermos discuti-los e abrir um pouco nossa mente para novas idéias.